“Mergulhei de cabeça naquele sentimento,
Foi me oferecido asas, mas neguei.
Pulei, ao chegar, nadei. Remei.
Acabei por aceitar meu barco. Afundei.
Esqueci de entregar o ouro.
Guardei em meu bolso, por mais
Tempo que o devia, o estraguei.
Tive em minhas mãos e atirei.
Continuo a me atirar, com asas,
Com força, com peso. Voei,
Não caio mais. Flutuo agora.
O ouro perdeu seu valor,
Mas trouxe o que mais queria...”
Foi me oferecido asas, mas neguei.
Pulei, ao chegar, nadei. Remei.
Acabei por aceitar meu barco. Afundei.
Esqueci de entregar o ouro.
Guardei em meu bolso, por mais
Tempo que o devia, o estraguei.
Tive em minhas mãos e atirei.
Continuo a me atirar, com asas,
Com força, com peso. Voei,
Não caio mais. Flutuo agora.
O ouro perdeu seu valor,
Mas trouxe o que mais queria...”
6 Comentários!!:
Amei...
As asas, sustendadas pelo peso.
algo interessante a se pensar...
Você lê de uma ponta a outra como se estivesse voando, planando.
Muito massa
Muito boa poesia!
Mas me veio uma dúvida: você não evitaria problemas se tivesse aceitado as asas oferecidas?
Realmente dá pra ler de trás pra frente... mesmo sentido.
Ainda estou um pouco confusa, mas eu adoro pensar.
:)
bjinho
Finalmente visitando né?
Postar um comentário