Extraí esse pequeno fragmento do texto logo abaixo. Caso o achem muito solto lá poderão obter algumas respostas imediatas. E um Viva às nossas Quintas-Feiras!!
“Todos os dias me invento,
Reinvento e me contorço.
Tento relembrar o que fiz
E às vezes esqueço.
Parado eu crio mais,
Penso ma(i)s parado.
Sem ter pronde ir e
Sem saber donde vim.
Lanço pra lá olhares e
Pra cá anoto na pele.
Sem caneta de tinta
Fiz sangue de escrever.
Anotado ma(i)s gravado
Sem pausa, sem reflexo.
Nada entendo com o que perdi.
Pois perdi o que entendi no nada,
Morri-me pra viver.”
4 Comentários!!:
A vida de um poeta. E assim seria mesmo se não escrevesse. E em geral, morremos para viver. Belo poema. Boa quinta feira, o dia em que menos ficamos sozinhos. Abraço!
comentei no de baixo!
Eu tenho uma resposta pra pergunta que farei, mas quero a saber a sua resposta:
Quando não sabemos o que perdemos, sentimos falta?
Vou ler o outro amanhã... hehe
Só o fato de se perder pressupõe-se que se perdeu "algo". Mas o sentido do "nada" que diz na poesia é do vazio mesmo, o nada. =)
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